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Caminhos da Moral Moderna: a Experiencia Luso-brasileira

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R$30,00

Descrição Rápida

Autor: José Mauricio de Carvalho
Editora: Itatiaia
ISBN: 9788531906183
Ano: 1995
Caminhos da Moral Moderna: a Experiencia Luso-brasileira

Detalhes

Para um melhor entendimento da evolução do pensamento moral lusitano no período mencionado por Joaquim de Carvalho, preferimos considerá-lo em três ciclos e não apenas em dois, preservando o significado singular que lhe atribui Joaquim de Carvalho. No livro Caminhos da moral moderna, a experiência luso-brasileira, trata-se esses períodos por gerações, conceito abandonado depois por conta da interpretação que Ortega y Gasset popularizou do termo geração, aplicando-o a um tempo menor do que o referido ali .

No primeiro ciclo, que de forma geral vai de meados do século XVI até a década de 1620 há uma aproximação do debate moral dos objetivos renascentistas. No ciclo que se segue, que se estende daí até o final do século XVII há uma radicalização da moral católica e uma rejeição dos valores terrenos. A revisão desse discurso estreito é obra dos moralistas do século XVIII que pertencem ao período pombalino. No pombalismo cria-se um modelo ético que trata o universo como espelho divino, abrindo espaço tanto para a incorporação da ciência moderna quanto das práticas econômicas capazes de favorecer a acumulação de riquezas pelo Estado, mas sem alterar os aspectos nucleares da moral tradicional, apenas adaptada à sua nova função social.

Os moralistas do último ciclo pretendem superar a radicalização do debate moral dos seiscentos não rejeitando os valores ali pressupostos, mas revendo-os com o objetivo de construir um Estado moderno capaz de incentivar a prática da ciência, regular as relações sociais e servir de justificativa para vida terrena. Este esforço de inserir a moral tradicional numa perspectiva moderna (construir um Estado Moderno) marcará as propostas que se estendem ao longo do século XIX, isto é, o utilitarismo ético de Silvestre Pinheiro Ferreira e Visconde de Cairu, as éticas ecléticas ou espiritualistas de Diogo Antônio Feijó, Eduardo Ferreira França, Domingos G. Magalhães, Amorim Viana, Cunha Seixas, Antero de Quental e outros, e o positivismo e relativismo ético dos quais são representantes, entre outros, Teófilo Braga e Silvio Romero.

(fonte: http://www.ufsj.edu.br/portal2-repositorio/File/revistaestudosfilosoficos/art1_rev7.pdf)

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